Comprei uma tábua nova, desta feita, uma deeply kr, dois números abaixo da antiga, uma 38, portanto. Será que e desta que consigo aprender a fazer bodyboard como deve de ser?

Parece-me ser uma bela prancha, gostei bastante das características dela e não é um “barco” como a outra..a ver se a consigo experimentar no próximo fim-de-semana..

Local: Praia da Galé, Melides
Tamanho das ondas: menos de 0,5m

Segundo dia, segunda tentativa!
As ondas estavam ainda mais pequenas e moles, perfeitas para recomeçar a aprendizagem. Apanhei bastantes, foi divertido, mas nada mais..

…e acho que a minha deeply 40 é demasiado grande para mim e dificulta-me um bocado a vida..vou arranjar uma 38, da mesma marca. Pode ser que me consiga mexer melhor na água com uma mais pequena e ajustada ao meu tamanho/peso..

…e gosto das marrecas da Galé, aquela praia tem potencial!

Local: Praia da Galé, Melides
Tamanho das ondas: 0,5m

Se um projecto de bodyboarder (eu), passa 9 meses sem pegar numa prancha, então é certo que esquece praticamente tudo o que aprendeu…

As tinham cerca de meio-metro e pareciam-me perfeitas para um regresso ao desporto, mas enganei-me, apesar de pequenas, eram demasiado grandes e pesadas para mim..não aguentei lá mais do que meia-hora, e não apanhei nenhuma de jeito…uma vergonha…

…mas o importante é não desistir!

O mar tem estado uma desgraça..há quase um mês que as ondas da caparica estão impossiveis de serem surfadas (pelo menos por novatos receosos como eu). Todos os dias espreito o beachcam, todos os dias é o mesmo cenário..
Bem, resta-me aguardar por dias melhores, que certamente hão-de vir, e não pensar muito no assunto para não ficar ansiosa he he

Encontrei este excelente artigo sobre iniciação ao bodyboard, e recomendo a sua leitura. Foca essencialmente a importância dos pés-de-pato, e as diferenças entre os simétricos e os assimétricos, e os danos que estes últimos podem causar, caso sejam utilizados com muita frequência.

Local: Praia da Rainha, Costa da Caparica
Tamanho das ondas: 0,5m

Estava uma tarde impecável, sol, calor, nada de vento. O mar é que estava uma desgraça em termos de ondas para surfar, mas mesmo assim, ainda aparecia um ou outro set com umas ondinhas interessantes.

Estivemos na água umas três horas, mas não fizemos nada digno de nota.
Notei foi que tenho muita dificuldade em apanhar ondas para a esquerda, não consigo controlar a prancha, só me safo quando é para a direita..será que tem alguma coisa a ver com o facto do meu lado esquerdo não “funcionar” lá muito bem?

À tardinha, com a maré vazia, elas começaram a enrolar mesmo em cima da areia e não dava mesmo para fazer nada, era caldo garantido..

Mas mesmo assim, foi um dia muito agradável!

Quando o Manolo comprou a prancha (Deeply Octane) dele, pensou logo em remover a serigrafia que ela trazia no slick, e fazer qualquer coisa mais custom made. Eu, que também nunca achei lá muita piada aquele “desenho”, alinhei na ideia dele.

Surgiu então a pergunta: que produto usar para remover aquilo?
Vieram logo uns quantos à cabeça: éter, aguarrás, acetona e benzina. São produtos comuns com que a maioria já está familiarizado, fáceis de arranjar (em drogarias, supermercados ou lojas tipo mestre maco, leroy merlin, maxmat..), e são conhecidos por remover ou tinta ou cola ou verniz.
Entretanto li um tópico no forum do backfliponline de alguém que tinha feito o mesmo, usando a boa da aguarrás. Então ficou decidido!

Uma visita à despensa dos sogros foi o que bastou para arranjar disso, e hoje foi o dia escolhido para tratar desse assunto. Pegamos na aguarrás, numas peugas velhas, papel de cozinha e um alguidar com água.

Foi mais fácil remover a serigrafia da Octane do que da Viper, talvez porque os slicks são feitos de materiais diferentes, ou então a tinta aplicada foi outra, mais resistente ou coisa assim. Na Viper, tivemos que deixar a aguarrás actuar durante uns instantes antes de passar de segunda vez.
A tinta das serigrafias era esquisita. Parecia uma espécie de esmalte ou verniz, muito gorduroso e que ainda fez uma bela porcaria.
No fim, as pranchas foram passadas por água.

Resultado final: ficaram um espectáculo, a aguarrás removeu a tinta sem dar cabo do brilho do slick, que era um dos nossos medos (ás vezes, estes produtos deixam as superfícies baças e ásperas).

Aconselha-se a quem quiser fazer isto, a usar luvas!

Agora falta a parte da personalização. Depois de terminarmos o desenho, podemos usar plotagem de recorte em vinil autocolante, ou impressão digital (para quem quiser desenhos com muitas cores) também em vinil, à semelhança da decoração de viaturas. Ou então, optar por aerossóis e stencil.

(btw, não apareci nas fotos porque alguem tinha que fazer o “trabalho sujo” de documentar a coisa LOL)

Como disse no post abaixo, comprei uns barbatos novos, e prefiro vender os antigos em vez de deixa-los a um canto a ganharem pó..

Se alguém estiver interessado, são uns Deeply, tamanho S (servem em pessoal que calce entre 35/37 - eu calço o 36 com botinhas e assentam-me que nem uma luva).
Foram à água apenas seis vezes, sempre em fundos de areia, e o uso que tiveram não foi nada de especial. Estão como novos, e são muito bons para quem está a começar e não quer gastar muito guito

Comprei-os por 29.90€ estou a vende-los por 15€.
Entrego em mão na zona de Almada, Caparica ou Lisboa.

Local: Praia da Rainha, Costa da Caparica
Tamanho das ondas: 0,5m

Após quase um mês afastada das ondas, aproveitei o feriado para ir “molhar” o equipamento à Caparica.

Antes de irmos para a praia, passamos pela Miramar para ir buscar uns barbatos novos. Acabei por comprar uns Redley hardblade *, pois os Pod foram-me desaconselhados por não darem grande velocidade..como os Redley me pareceram bons, e há tanta gente que fala bem deles, aceitei a sugestão.
Fomos ainda à Samadi buscar umas botas da Billabong, que já andava de olho nelas à algum tempo.. não gosto das da Tribord, que deixam entrar demasiada água..

Já era tardote quando entramos na água, ainda para mais, que nesta altura do ano, às seis da tarde já é noite. Estivemos lá dentro cerca de uma hora. Não tavam grandes ondas, mas ainda apanhei duas boas.
Então e não é que o raio dos barbatos são mesmo bons? Tipo, não tem nada a ver com os outros. São muito moles, parece quase que estou descalça e tem um bom escoamento de água. As botinhas também ajudaram imenso a compôr a coisa. Sem os pés cheios de água, a remada fica mais leve e mando um speed valente. Duas boas compras!

As costas não me têm doído, o que sempre é bom sinal (fala-se em ir ao médico, pimba, fica-se bons!). Como não me esforcei muito pode ser que desta vez escape.

* hardblade, que me foram vendidos como sendo softblade, mas já vi no site que não são (ref. NCH-06)..agora fiquei naquela.. não acredito que o gaijo não soubesse, e deve-se ter aproveitado da minha ignorância relativamente ao material, pois da outra vez quando lá tinha estado, estive com uns soft na mão, que entretanto já tinham sido vendidos…
Enfim, à parte disso, estou bastante satisfeita com a aquisição.

Local: Cova do Vapor
Tamanho das ondas: 0,5 a 1m

Chegamos lá por volta das cinco da tarde, estava meio metrinho, mal podiamos esperar para ataca-las.
Por volta das seis e meia, sete, apareceram umas ondinhas que chegavam ao metro, nesta altura, ficaram um bocado fortes e nem sempre era fácil passar a rebentação.
Mandei um caldito. Apanhei a onda já muito em cima e embiquei. Não me aleijei, engoli apenas um bocado de água pelo nariz, um bocado desagradavel, por sinal, mas algo que tenho que me habituar..

Saimos de lá já era de noite. Este foi o melhor dia de surf que apanhei até hoje, e já deu para fazer uns drops interessantes. Tenho seriamente que pensar em trocar os pés-de-pato, para uns mais largos que compridos, para aproveitar melhor o potencial da “patada”. Os Deeply que tenho são demasiado estreitos e compridos, acabo por cansar-me muito quando estou a remar, não atinjo velocidade nenhuma de jeito.

Sinto que tenho algumas limitações fisicas, fico cansada e sem folgo demasiado depressa, e a s costas é que não estão de grande coisa, desde aquele grande caldo que não me param de doer..e cada vez que vou para o mar, a dor intensifica-se..

Conclusões de hoje:
- Trocar os patos;
- Melhorar o drop;
- Aprender a fazer o duckdive de uma vez por todas;
- Ver o que se passa com as costas.

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